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Coisas do dia-a-dia e mais qualquer coisa

22 maio 2014






Numa casa onde vive um gato que insiste em entornar as jarras de flores para lhes beber a água, tenta-se de tudo... e nada resolve.
Na maior parte das vezes que passo pela Feira de Velharias venho de lá sem nada, desta vez foi diferente e compensou todas as outras desilusões. Gosto de cada uma delas e todas vão merecer uma atenção especial, mais tarde neste blogue.
Antes das cerejas é época de tomates, estes são os melhores do mundo, Coração de Boi e como-os como maçãs.
De vez em quando descubro coisas inesperadas, que ou nunca tinha visto, ou noutra época olhava com outros olhos, trouxe da casa da minha mãe este conjunto de peças em madeira e inox.
Por agora, com tanta coisa por decidir para o futuro e sem saber por onde começar nem para onde me virar, o melhor mesmo a fazer, é ir fazendo. 
Entretanto a vida acontece.

Na ressaca do Natal

04 janeiro 2014



























Surpresa das surpresas, o Natal até nem correu assim tão mal. Assaltada à última da hora por algum espírito deambulante, algumas memórias conseguiram preencher os espaços vazios e com a ajuda do Bolo Rei tudo ficou na paz do Senhor.
Pior, pior, foi passar o ano com a vertigem do abismo de 2013 a assombrar o ano novo e não foi por falta de boa companhia, nem de fogo de artifício (faltaram as passas, mas foi opção, por serem grandes demais deixaram-nos apreensivos), nada salvou a passagem do ano, o que valeu foram os efeitos da ressaca do Natal.
Os cristais de papel ficaram do ano passado (faltou-nos a vontade de recortar uns novos), na minha colecção de bules descobri um que acolhe um génio cheio de génio, a M retrata os contornos da luz em volta dos doces... não há dúvidas que a magia entrou e embrenhou-se na nossa casa. Na lareira crepita a lenha trazida pelo meu pai, uma das árvores plantadas por ele, éramos nós crianças, não resistiu a umas heras que a sufocaram, depois de tantos anos a oferecer a frescura da sua sombra acabou a aquecer-nos a alma e as noites.
Projectos de crochet inacabados e vestígios de um passeio solitário durante a tarde. Chegar a casa e trazer o jardim connosco faz aumentar a colecção e é sempre bom brincar.


Espraiar

02 setembro 2012













Ainda em Agosto, ir à praia pela primeira vez este Verão e que Verão...
Reunir as flores que se colheram nas dunas e lembrar as jarras do quarto das férias da infância sempre cheias de "ratinhos".
Relaxar numa esplanada, enquanto se apanha sol e faz crochet, soa a férias. Puro engano.
Terminar o que se meteu pelo meio e que serviu para perceber e corrigir como será o trabalho maior. Foi importante fazer alguma coisa que visse chegar rapidamente ao fim, daí esta espécie de miniatura
Pequenas pausas, quebrar rotinas e para isso nada melhor do que espraiar.

19 abril 2012

cinzento, Abril, azul
As flores e as sementes trouxe-as comigo das férias, três dias para desrotinar que me souberam por meses, mas que em poucos dias o corpo esqueceu e já pede mais... chegaram secas e amassadas, partidas e com bolor, mas lindas. 
A base com cores de líquen é da série, que está ainda à venda, aqui
A louça azul é portuguesa, veio com mais algumas coisas que descobri na minha estreia pela Feira da Ladra.
E porque ainda está muito frio e o mês está a cumprir o ditado, pelo menos por estes dias, os saldos continuam por mais algum tempo, aqui e aqui.

Do que eu gosto

11 março 2012







Mantas, livros, cerâmicas e bonecos.
Livros para mim e para ele = 12,00€. 
Um soldado de barro para ele = 2,50€. 
Uma manta para nós = 1,00€. 
Um prato para mim = 3,00€. 

Estas são as pechinhas que trouxemos para casa. Coisas de que eu verdadeiramente gosto e que trouxe daquiPelo meio, mais crochet, enredo-me nestas voltas e voltas e o pensamento perde-se... Também gosto de me perder.

Porque gosto

19 dezembro 2011








Algumas das coisas que tenho encontrado na feira e às quais não resisto, porque não quero. Um livro da Alice, numa Edição da Livraria do Globo, de 1934. Um frasco de tinta vermelha da marca Cisne. Uma esponja embutida numa antiga cerâmica portuguesa, para a secretária. Um livro, apenas pela capa. Um papel de carta, recortado à mão e com pormenores em papel de seda, que é das coisas mais românticas que já vi e um bule, porque gosto de bules e este foi mais um achado.

24 março 2011

Pedras com raízes

De uma praia aqui perto, conhecida pela surpreendente quantidade de godos que a cobrem e que de ano para ano, devido a várias razões, vêm desaparecendo... algumas pedras que por amor à praia, a ela se agarram e criam raízes. 

23 fevereiro 2011

Das bonecas

Agora que a M está assumidamente, diz ela, uma pré-adolescente, parece-me que as bonecas, excepto algumas que ainda lhe fazem companhia durante o sono, vão ser definitivamente postas na prateleira, quanto a ela, está claramente pronta a querer sair do armário. Depois de já ter passado por esta fase com um rapaz e ainda sobreviver, espero que com a M seja mais fácil, para mim e para ela, já me apanha na segunda rodada alguma vantagem hei-de ter... 
Se durante uns anos, entre outras coisas que fiz, me senti uma autêntica modista, por agora, acho que se vão acabar as encomendas!

19 janeiro 2011

Eucalyptus










"O género Eucaliptus pertence à família das Mirtaceas, abrangendo cerca de 800 espécies diferentes, quase todas provenientes da Austrália. O eucalipto é de fácil identificação pelas flores e pelos frutos. A corola transforma-se pela queda da tampa que recobre o cálice (aderente aos ovários), quando as flores se abrem. Em seguida aparecem inúmeros estames brancos em algumas espécies e vermelhos ou amarelos noutras. Os frutos são cápsulas de consistência lenhosa. Em muitas espécies encontram-se dois tipos diferentes de folhas. 
Nas árvores jovens as folhas são arredondadas, simétricas e sensivelmente iguais, e laminares (falciformes) e verticais na árvore adulta. A casca do tronco dos eucaliptos desprende-se às vezes em longas tiras e noutras espécies em placas. Neste caso, parte do tronco fica às manchas mais claras, quando as placas se desprendem. Estas árvores consomem muita água, dessecando intensamente o solo. São usadas por isso, na arborização de regiões pantanosas." 

Esta descrição foi retirada deste livro. Todos sabemos o quanto os eucaliptos, desde que foram introduzidos no nosso país, têm prejudicado os nossos solos, nalguns casos tornando impossível a prática da agricultura... 
Mas quem não se sente rendido a estas flores brancas tão delicadas, ao perfume que nos leva a querer encher os pulmões e aos rebuçados, estes e estes que fazem parte das nossas memórias?