Impossível não fazer associações, quando no espaço de uma semana me vejo assim confrontada com tantos quadrados e padrões e a montagem no chão, de uma parede de azulejos, evitando que as diferentes tonalidades (características destes azulejos pintados manualmente) se concentrem, procurando uma distribuição harmoniosa, dificuldades com que me deparo na construção de uma manta.
...semelhanças
04 março 2011
Impossível não fazer associações, quando no espaço de uma semana me vejo assim confrontada com tantos quadrados e padrões e a montagem no chão, de uma parede de azulejos, evitando que as diferentes tonalidades (características destes azulejos pintados manualmente) se concentrem, procurando uma distribuição harmoniosa, dificuldades com que me deparo na construção de uma manta.
02 março 2011
Descobre as emoções

O meu jogo de construções favorito. E um livro da série Tomé, no original francês Sacha, uma aventura na descoberta dos sentimentos, de Ernest Dichter, com umas ilustrações fantásticas de Jocelyne Pache, da Editora Arcádia 1974.
O meu jogo de construções favorito. E um livro da série Tomé, no original francês Sacha, uma aventura na descoberta dos sentimentos, de Ernest Dichter, com umas ilustrações fantásticas de Jocelyne Pache, da Editora Arcádia 1974.
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"Gosto de brincar, de rir, mas às vezes fico triste!... Em certas alturas não tenho medo de nada, noutras tenho medo de tudo!... Porque é que me acontece isto tudo?"
"Gosto de brincar, de rir, mas às vezes fico triste!... Em certas alturas não tenho medo de nada, noutras tenho medo de tudo!... Porque é que me acontece isto tudo?"
26 fevereiro 2011
Flor roubada
No quintal da minha avó paterna a árvore que eu mais gostava era de uma Japoneira vermelha, era enorme, ficava por cima do poço, daqueles em que se usava um balde puxado com uma corda e onde no verão íamos beber a água sempre fresca. No jardim da outra avó, era uma Magnólia, tinha uns troncos perfeitos e eu sentia-me recebida de braços abertos sempre que a trepava. Na altura sonhava viver numa árvore, mais tarde ao ler este livro, descobri que alguém viveu esse sonho, talvez tempo demais...
Quadradinhos coloridos, é mais uma manta que começa, enquanto continuo absorvida por livros de culinária e por estas imagens tão simples e delicadas, como uma sobremesa mergulhada em chá e pétalas de rosa.
Esta semana a M e o pai ofereceram-me uma flor de Magnólia, roubada de uma rua aqui perto, não durou muito tempo em casa, apenas dois dias, mas foi o suficiente...
A Árvore Lampreia vivia em frente a uma Peixaria, esta semana, ainda não sei por que razão, deitaram-na abaixo! É sempre triste ver uma árvore cair, mesmo que tenha morrido de pé...
Quadradinhos coloridos, é mais uma manta que começa, enquanto continuo absorvida por livros de culinária e por estas imagens tão simples e delicadas, como uma sobremesa mergulhada em chá e pétalas de rosa.
Esta semana a M e o pai ofereceram-me uma flor de Magnólia, roubada de uma rua aqui perto, não durou muito tempo em casa, apenas dois dias, mas foi o suficiente...
A Árvore Lampreia vivia em frente a uma Peixaria, esta semana, ainda não sei por que razão, deitaram-na abaixo! É sempre triste ver uma árvore cair, mesmo que tenha morrido de pé...
23 fevereiro 2011
Das bonecas

Agora que a M está assumidamente, diz ela, uma pré-adolescente, parece-me que as bonecas, excepto algumas que ainda lhe fazem companhia durante o sono, vão ser definitivamente postas na prateleira, quanto a ela, está claramente pronta a querer sair do armário. Depois de já ter passado por esta fase com um rapaz e ainda sobreviver, espero que com a M seja mais fácil, para mim e para ela, já me apanha na segunda rodada alguma vantagem hei-de ter...
Se durante uns anos, entre outras coisas que fiz, me senti uma autêntica modista, por agora, acho que se vão acabar as encomendas!
Favos de mel
17 fevereiro 2011
Muitos dos meus vestidos de criança tinham Favos de mel feitos à mão, outros eram simplesmente franzidos à máquina. Foi a pensar nesses vestidos de algodão floridos, quase sempre com alcinhas, que voltei aos Favos de mel e a umas experiências com lã, para novos bonecos com novas aplicações.
Sempre a sonhar com neve e ver nevar, apesar de viver à beira mar, e saber isso pouco provável, ontem pude apreciar, durante uns minutos, o meu pátio coberto de branco, não de neve, mas de granizo.
Sempre a sonhar com neve e ver nevar, apesar de viver à beira mar, e saber isso pouco provável, ontem pude apreciar, durante uns minutos, o meu pátio coberto de branco, não de neve, mas de granizo.
15 fevereiro 2011
O gato, a gaivota e a lampreia
Está formalmente aberta a época da Lampreia, entre Fevereiro e Abril, a região minhota é procurada por apreciadores deste ciclóstomo, não muito atraente, mas que cozinhado à Bordalesa ou em Arroz de Lampreia, faz as delícias de muitos apreciadores da gastronomia tradicional. Cá por casa acho que o anual e familiar almoço de lampreia vai ser no próximo Domingo, à Bordalesa, que é como preferimos.
Verdes
13 fevereiro 2011
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Não sou vegetariana, por acaso e porque tenho de cozinhar para uma família de quatro, em que apesar de todos gostarem muito de legumes, também gostam de muitas outras coisas. De qualquer maneira muitas das nossas refeições são apenas constituídas por legumes e derivados.
Esta couve descobri-a esta semana, este livro também. É uma colecção de vários volumes, cada um com um tema, com óptimas receitas e uma apresentação tão cuidada quanto apetitosa, chama-se passo>a>passo, é da Love Food e comprei-o num supermercado. Continuo e continuarei, a procurar a melhor maneira de organizar receitas, criando alguns truques, para me facilitar a vida e tornar este novo projecto mais personalizado, afinal a nova cozinha, será, a minha cozinha!
11 fevereiro 2011
o Oº o

Gosto de os fazer com o método mais antigo e manual, foi assim que aprendi, usando dois círculos de cartão, com um mais pequeno aberto no centro, depois cobri-los de lã, variando consoante os quero matizados ou com cores mais definidas, depois cortá-los e atá-los e por fim aparar o que for preciso. De cada vez que os faço, são aos molhos, aproveitando restos de lã e uso-os principalmente nos gorros. Por muito perfeitos que fiquem, nada se compara aos verdadeiros, com esses é impossível competir...
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