O gato, a gaivota e a lampreia
Está formalmente aberta a época da Lampreia, entre Fevereiro e Abril, a região minhota é procurada por apreciadores deste ciclóstomo, não muito atraente, mas que cozinhado à Bordalesa ou em Arroz de Lampreia, faz as delícias de muitos apreciadores da gastronomia tradicional. Cá por casa acho que o anual e familiar almoço de lampreia vai ser no próximo Domingo, à Bordalesa, que é como preferimos.
Verdes
13 fevereiro 2011
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Não sou vegetariana, por acaso e porque tenho de cozinhar para uma família de quatro, em que apesar de todos gostarem muito de legumes, também gostam de muitas outras coisas. De qualquer maneira muitas das nossas refeições são apenas constituídas por legumes e derivados.
Esta couve descobri-a esta semana, este livro também. É uma colecção de vários volumes, cada um com um tema, com óptimas receitas e uma apresentação tão cuidada quanto apetitosa, chama-se passo>a>passo, é da Love Food e comprei-o num supermercado. Continuo e continuarei, a procurar a melhor maneira de organizar receitas, criando alguns truques, para me facilitar a vida e tornar este novo projecto mais personalizado, afinal a nova cozinha, será, a minha cozinha!
11 fevereiro 2011
o Oº o

Gosto de os fazer com o método mais antigo e manual, foi assim que aprendi, usando dois círculos de cartão, com um mais pequeno aberto no centro, depois cobri-los de lã, variando consoante os quero matizados ou com cores mais definidas, depois cortá-los e atá-los e por fim aparar o que for preciso. De cada vez que os faço, são aos molhos, aproveitando restos de lã e uso-os principalmente nos gorros. Por muito perfeitos que fiquem, nada se compara aos verdadeiros, com esses é impossível competir...
07 fevereiro 2011
Destes dias
Dias inesperadamente radiosos e noites muito frias, assim começou Fevereiro. Desta vez a caixa encheu-se de lenha, podas de Plátano e Videiras. O meu pai conhecedor dos provérbios populares e com idade suficiente para ter comprovado grande parte da sua veracidade, principalmente nos relacionados com a vida e trabalho do campo, quis que eu me prevenisse contra o frio, diz o ditado, se a Sra das Candeias rir, está o Inverno para vir. O que quer dizer que começando Fevereiro seco e com a Sra bem disposta, muito frio nos espera... A pensar nisso, mostro as minhas últimas luvas, este ano já não faço mais, agora tenho outras coisas em mãos e espero ansiosa pelos dias de Primavera!
Daqui, na foz
06 fevereiro 2011
Este sábado, depois de muitos anos sem sequer pensar nisso, recordei com saudade os passeios de Domingo, em que íamos todos de carro dar uma volta, muitas vezes sem destino traçado. Dos passeios pela Foz, no Porto, lembro-me dos vendedores da Língua da Sogra e dos croissants duma confeitaria famosa que, nem sei se ainda existe, mas que eram deliciosos. Estranhamente novamente na foz, mas do rio Cávado, voltei a encontrar-me comigo com dez ou doze anos, a idade que a minha filha tem agora tem agora, também nós num passeio de fim de semana...
05 fevereiro 2011
Arrepiados

Depois de um passeio pela praia para aproveitar o sol, nada melhor do que chegar a casa, acender a lareira e beber um chá, melhor ainda se for acompanhado destes Arrepiados.
Receita
Depois de um passeio pela praia para aproveitar o sol, nada melhor do que chegar a casa, acender a lareira e beber um chá, melhor ainda se for acompanhado destes Arrepiados.
Receita
2 claras ovo
250 g açúcar
250 g miolo amêndoa em palitos finos
Bater bem as claras com o açúcar, até ficarem bem firmes e de seguida envolver cuidadosamente a amêndoa. Forrar com papel vegetal um tabuleiro e distribuir o preparado em pequenos montinhos, com a ajuda de uma colher de sobremesa.
Os montinhos devem ficar bem salientes e afastados uns dos outros. Levar a cozer, no forno pré-aquecido a 120º, mais ou menos durante 50 minutos. Devem ficar leves, secos e alourados, se necessário aumente forno para 180º, durante 10 minutos.
250 g miolo amêndoa em palitos finos
Bater bem as claras com o açúcar, até ficarem bem firmes e de seguida envolver cuidadosamente a amêndoa. Forrar com papel vegetal um tabuleiro e distribuir o preparado em pequenos montinhos, com a ajuda de uma colher de sobremesa.
Os montinhos devem ficar bem salientes e afastados uns dos outros. Levar a cozer, no forno pré-aquecido a 120º, mais ou menos durante 50 minutos. Devem ficar leves, secos e alourados, se necessário aumente forno para 180º, durante 10 minutos.
Um bom fim de semana!
03 fevereiro 2011
Broinhas de azeite e mel

São mais do que livros de receitas, daqueles feitos com dedicação e amor, que quando folheados me levam em verdadeiras viagens no tempo...
Estes, trouxe-os há dias da casa da minha mãe e acolho-os como tesouros, especialmente o primeiro, de 1932, que tem como capa, uma chita, cozida à mão.
Um pano com bordados de Viana do Castelo, influências que a minha avó guardava dos anos que lá viveu.
E umas broinhas de azeite e mel que, nos transportam para ambientes acolhedores, caseiros e mais antigos...
Deixo aqui a receita para quem as quiser provar:
500 g farinha
1 c. café de sal
1 c. sopa canela
100 g açúcar amarelo
100 g mel
2 dl azeite
açúcar em pó
...
Ligue o forno e regule-o a 180º. Deite a farinha, o sal, o fermento, a canela e o açúcar numa tigela, misture todos os ingredientes. Abra um buraco no meio e deite o mel e o azeite amornado. Misture tudo com uma colher até ligar os ingredientes. Molde a massa em pequenas broinhas e coloque-as num tabuleiro polvilhado com farinha. Leve a cozer entre 15 a 20 min. Deixe arrefecer um pouco e polvilhe-as com açúcar em pó.
Espero que gostem!
São mais do que livros de receitas, daqueles feitos com dedicação e amor, que quando folheados me levam em verdadeiras viagens no tempo...
Estes, trouxe-os há dias da casa da minha mãe e acolho-os como tesouros, especialmente o primeiro, de 1932, que tem como capa, uma chita, cozida à mão.
Um pano com bordados de Viana do Castelo, influências que a minha avó guardava dos anos que lá viveu.
E umas broinhas de azeite e mel que, nos transportam para ambientes acolhedores, caseiros e mais antigos...
Deixo aqui a receita para quem as quiser provar:
500 g farinha
1 c. café de sal
1 c. sopa canela
100 g açúcar amarelo
100 g mel
2 dl azeite
açúcar em pó
...
Ligue o forno e regule-o a 180º. Deite a farinha, o sal, o fermento, a canela e o açúcar numa tigela, misture todos os ingredientes. Abra um buraco no meio e deite o mel e o azeite amornado. Misture tudo com uma colher até ligar os ingredientes. Molde a massa em pequenas broinhas e coloque-as num tabuleiro polvilhado com farinha. Leve a cozer entre 15 a 20 min. Deixe arrefecer um pouco e polvilhe-as com açúcar em pó.
Espero que gostem!
Sta Engrácia
02 fevereiro 2011
Se por alguma ordem divina, decidiram atribuir um Santo padroeiro ao nosso espaço, calhou-nos, mau grado nosso, a madrinha mas madrasta, Santa Engrácia.
De olhos postos no céu, não em orações, mas para decidir sistemas de iluminação e som, e de olhos postos noutro tecto, não de céu, mas de madeira que, por ter mais de cem anos, e se revelar à última da hora incapaz de resistir a mais um que fosse, teve de vir abaixo para receber novas tábuas.
E se me é dado fazer um pedido, por favor troquem a santa padroeira, mandem-me um Santo Expedito!
01 fevereiro 2011
Frágil

Fomos neste domingo e saímos de lá arejados e bem dispostos. Com o sorriso de orelha a orelha, a alegria magoada por ter sido este o último espectáculo encenado por João Paulo Seara Cardoso. Chama-se Frágil, está no Balleteatro, até dia 6 de Fevereiro e é uma merecida homenagem ao Teatro de Marionetas do Porto!
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