05 fevereiro 2011

Arrepiados








Depois de um passeio pela praia para aproveitar o sol, nada melhor do que chegar a casa, acender a lareira e beber um chá, melhor ainda se for acompanhado destes Arrepiados.

Receita
2 claras ovo
250 g açúcar
250 g miolo amêndoa em palitos finos

Bater bem as claras com o açúcar, até ficarem bem firmes e de seguida envolver cuidadosamente a amêndoa. Forrar com papel vegetal um tabuleiro e distribuir o preparado em pequenos montinhos, com a ajuda de uma colher de sobremesa. 
Os montinhos devem ficar bem salientes e afastados uns dos outros. Levar a cozer, no forno pré-aquecido a 120º, mais ou menos durante 50 minutos. Devem ficar leves, secos e alourados, se necessário aumente  forno para 180º, durante 10 minutos.



Um bom fim de semana!

03 fevereiro 2011

Broinhas de azeite e mel










São mais do que livros de receitas, daqueles feitos com dedicação e amor, que quando folheados me levam em verdadeiras viagens no tempo... 
Estes, trouxe-os há dias da casa da minha mãe e acolho-os como tesouros, especialmente o primeiro, de 1932, que tem como capa, uma chita, cozida à mão. 
Um pano com bordados de Viana do Castelo, influências que a minha avó guardava dos anos que lá viveu. 
E umas broinhas de azeite e mel que, nos transportam para ambientes acolhedores, caseiros e mais antigos... 

Deixo aqui a receita para quem as quiser provar:

500 g farinha
1 c. café de sal
1 c. sopa canela
100 g açúcar amarelo
100 g mel
2 dl azeite
açúcar em pó 
...

Ligue o forno e regule-o a 180º. Deite a farinha, o sal, o fermento, a canela e o açúcar numa tigela, misture todos os ingredientes. Abra um buraco no meio e deite o mel e o azeite amornado. Misture tudo com uma colher até ligar os ingredientes. Molde a massa em pequenas broinhas e coloque-as num tabuleiro polvilhado com farinha. Leve a cozer entre 15  a 20 min. Deixe arrefecer um pouco e polvilhe-as com açúcar em pó.
Espero que gostem!

Sta Engrácia

02 fevereiro 2011









Se por alguma ordem divina, decidiram atribuir um Santo padroeiro ao nosso espaço, calhou-nos, mau grado nosso, a madrinha mas madrasta, Santa Engrácia.
De olhos postos no céu, não em orações, mas para decidir sistemas de iluminação e som, e de olhos postos noutro tecto, não de céu, mas de madeira que, por ter mais de cem anos, e se revelar à última da hora incapaz de resistir a mais um que fosse, teve de vir abaixo para receber novas tábuas. 
E se me é dado fazer um pedido, por favor troquem a santa padroeira, mandem-me um Santo Expedito!

01 fevereiro 2011

Frágil





Fomos neste domingo e saímos de lá arejados e bem dispostos. Com o sorriso de orelha a orelha, a alegria magoada por ter sido este o último espectáculo encenado por João Paulo Seara Cardoso. Chama-se Frágil, está no Balleteatro, até dia 6 de Fevereiro e é uma merecida homenagem ao Teatro de Marionetas do Porto!

31 janeiro 2011

Pins



















Para quem como eu gosta de cinema e de pins, estes deram um gosto especial... Uns pins cinéfilos, feitos a partir de programas de cineclube e plantas de salas de espectáculos. Para embalagem queria uma coisa simples, consegui, reaproveitando os restos destas e com a ajuda de um carimbo, sem recorrer a ajudas externas e sem custos. 
Mais e mais círculos, estes um pouco maiores e coloridos!

22 janeiro 2011

Coisas simples

















Viver por aqui, é poder ensinar à M, sem ser apenas através dos livros, tudo o que aprendi acerca dos animais e das plantas. O nome das árvores, das flores, a curiosidade em conhecer mais de perto alguns animais e sobretudo despertar para o meio que a rodeia. De que valeria viver aqui, se não aprendesse a descobrir e a saber apreciar estas e outras coisas simples?

De domingo passado...

20 janeiro 2011






































Da velha caixa de madeira, que o meu pai trouxe da aldeia fiz esta sopa de grelos, que nos soube pela vida! 
Depois foi uma tarde a experimentar receitas, um Folar transmontano, feito aqui, em terras do minho e para a sobremesa, um pudim de leite, cozinhado em Banho-Maria... mesmo com água na boca hoje não há receitas. 
Para levantar um pouco da ponta do véu, passo a explicar, é que daqui a algum tempo, não sei ao certo quanto, mas espero que em breve, o projecto de que venho a falar há já uns meses estará pronto, aí poderão provar estes e outros petiscos, comprar alguns produtos, ouvir música, ou reunir com amigos apenas pelo prazer de conviver
E garanto que ao contrário do estado actual, não estará virado do AVESSO. 

19 janeiro 2011

Eucalyptus










"O género Eucaliptus pertence à família das Mirtaceas, abrangendo cerca de 800 espécies diferentes, quase todas provenientes da Austrália. O eucalipto é de fácil identificação pelas flores e pelos frutos. A corola transforma-se pela queda da tampa que recobre o cálice (aderente aos ovários), quando as flores se abrem. Em seguida aparecem inúmeros estames brancos em algumas espécies e vermelhos ou amarelos noutras. Os frutos são cápsulas de consistência lenhosa. Em muitas espécies encontram-se dois tipos diferentes de folhas. 
Nas árvores jovens as folhas são arredondadas, simétricas e sensivelmente iguais, e laminares (falciformes) e verticais na árvore adulta. A casca do tronco dos eucaliptos desprende-se às vezes em longas tiras e noutras espécies em placas. Neste caso, parte do tronco fica às manchas mais claras, quando as placas se desprendem. Estas árvores consomem muita água, dessecando intensamente o solo. São usadas por isso, na arborização de regiões pantanosas." 

Esta descrição foi retirada deste livro. Todos sabemos o quanto os eucaliptos, desde que foram introduzidos no nosso país, têm prejudicado os nossos solos, nalguns casos tornando impossível a prática da agricultura... 
Mas quem não se sente rendido a estas flores brancas tão delicadas, ao perfume que nos leva a querer encher os pulmões e aos rebuçados, estes e estes que fazem parte das nossas memórias?

Postais

18 janeiro 2011

Amarelo acácia









Aproveitando uma aberta, demos um curto passeio, descobrimos as Acácias, que começam a florir. Um pouco de amarelo nestes dias cinzentos, que nos obrigam a ficar em casa a sonhar com dias de sol. E para aquecer, um chá delicioso, de frutos e flores e um livro sobre Árvores e arbustos da Península Ibérica e Mediterrâneo. 
Para que é apreciador de chá e ao mesmo tempo de flores, deixo esta sugestão.