28 outubro 2010
Cor de céu

Mãe, olha a cor do céu, tira uma fotografia... Da nossa janela, por vezes temos céus assim, não é raro, o que não deixa de ser surpreendente.
Mãe, olha a cor do céu, tira uma fotografia... Da nossa janela, por vezes temos céus assim, não é raro, o que não deixa de ser surpreendente.
De momentos feitos e desfeitos, é composto o nosso novelo da vida. Neste momento estou com um novelo desfeito, estico a lã, volto a fazer um novelo novo e decido seguir em frente. Estás a olhar para mim? Não...
Como um puzzle
26 outubro 2010
As obras continuam, mais lentamente do que desejávamos. Agora, uma camada de pó cobre todo o interior, tiraram-se pedras, cortaram-se algumas e tal como num puzzle, tudo voltou ao seu lugar.
Para quem sente prazer em cozinhar, comer, ou apenas olhar, este blogue, também ele um projecto novo.
23 outubro 2010
Um livro e uma manta

Um livro com ilustrações de Alain Grée. Uma manta para bebé, estará pronta dentro de pouco tempo. E umas coisas lindas para os mais pequenos e não só, que se encontram aqui.
Um livro com ilustrações de Alain Grée. Uma manta para bebé, estará pronta dentro de pouco tempo. E umas coisas lindas para os mais pequenos e não só, que se encontram aqui.
20 outubro 2010
No rio
No ano passado, uma praga invadiu vários dos rios portugueses, incluindo o Cávado, jacintos de água, uma planta invasora e destrutiva. Nada foi feito, no entanto as margens estiveram cobertas de jacintos, durante vários dias.
O rio Neiva, foi em tempos altamente povoado por lontras. Soube isso, quando há dois anos, avistamos uma cria e como mesmo entre os pescadores, não havia concordância na identificação do animal, mal chegamos a casa fomos investigar. No dia seguinte já lá não estava e nunca mais voltamos a ver nenhuma.
Há que tomar consciência do papel que nos cabe a todos e proteger o meio em que vivemos. Hoje criamos um herói, um Super-Herói da natureza, temos esperança que ajude a limpar o que muitos poluem, por preguiça, negligência e estupidez.
18 outubro 2010
Venha o frio!


É tempo de nos prepararmos para receber o inverno, a marmelada e geleia estão feitas, mantendo uma tradição que vem das avós e se aprendeu com as mães.
Mais luvas, com cores novas e algumas ainda por experimentar, muito trabalho pela frente, para manter quentes as mãos de muita gente.
Para a M, uma recolha de livros juvenis, que me deram muito prazer ler, na idade dela. Estamos preparados, venha o frio!
É tempo de nos prepararmos para receber o inverno, a marmelada e geleia estão feitas, mantendo uma tradição que vem das avós e se aprendeu com as mães.
Mais luvas, com cores novas e algumas ainda por experimentar, muito trabalho pela frente, para manter quentes as mãos de muita gente.
Para a M, uma recolha de livros juvenis, que me deram muito prazer ler, na idade dela. Estamos preparados, venha o frio!
16 outubro 2010
No bosque

De todos os livros que guardo da infância, e são muitos, este é um dos mais antigos. Foi lido e relido vezes sem conta e até sujeito a maus tratos, alguns animais foram recortados e fugiram para outras bandas. Vem de longe o gosto pelos animais e pelas plantas, influenciada com toda a certeza pelos livros que lia, e pelo contacto que sempre mantive com a aldeia, através dos meus avós paternos. Na altura, um bosque era uma imagem equivalente a perder-me, animais selvagens, casas nas árvores e descobertas... As casas nas árvores ficaram até hoje no meu imaginário.
De todos os livros que guardo da infância, e são muitos, este é um dos mais antigos. Foi lido e relido vezes sem conta e até sujeito a maus tratos, alguns animais foram recortados e fugiram para outras bandas. Vem de longe o gosto pelos animais e pelas plantas, influenciada com toda a certeza pelos livros que lia, e pelo contacto que sempre mantive com a aldeia, através dos meus avós paternos. Na altura, um bosque era uma imagem equivalente a perder-me, animais selvagens, casas nas árvores e descobertas... As casas nas árvores ficaram até hoje no meu imaginário.
14 outubro 2010
Handmade
Das mãos, com as mãos e para as mãos, pelo que nos permitem criar, afagar, sentir, pela importância que têm, por tudo isto e muito mais. Tão só, porque é bom andar de mãos dadas e, mesmo de luvas, sinto-lhe os dedos, agarro-a bem quando é preciso, e ainda posso brincar com ela, como quando enlaçamos os dedos mindinhos.
12 outubro 2010
O monstro

E o monstro vai crescendo e, pelo espaço que vai conquistando, cospe o lixo que traz nas entranhas. Das árvores de fruto, sem aditivos ou quaisquer intervenções da mão humana, nascem pequenas aberrações, escalas que se invertem. O monstro ganha terreno, dou-lhe luta e ele rende-se aos meus pés. Como tem mudado o mundo e os olhos com que o vejo, menos do que como o ouço...
E o monstro vai crescendo e, pelo espaço que vai conquistando, cospe o lixo que traz nas entranhas. Das árvores de fruto, sem aditivos ou quaisquer intervenções da mão humana, nascem pequenas aberrações, escalas que se invertem. O monstro ganha terreno, dou-lhe luta e ele rende-se aos meus pés. Como tem mudado o mundo e os olhos com que o vejo, menos do que como o ouço...
10 outubro 2010
Numa tarde
Numa tarde de chuva, fechada em casa, há que saber ocupar o tempo... Outros há que, mais dados à morrinhice, são capazes de passar uma tarde inteira, camuflados debaixo de uma manta. Alguns dos cactos vieram juntamente com uma encomenda feita à Vera, como depois de lhe pegar fiquei a gostar ainda mais do trabalho dela, dei por mim a pensar que era ela quem merecia um mimo. Os autocolantes que permitem criar caras com várias personalidades, fazem parte dum jogo de origamis, da Djeco e saem das mãos desta artista que nós gostamos muito.
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