Da miscelânea de coisas que trouxe da última feira de antiguidades e velharias, o que mais gostei foram estes dois livros. São da Verbo e já pertenceram a alguém chamado João, custaram uma pechincha e não me canso de lhes admirar as ilustrações de Hubert Meeze. A maior particularidade destes livros, é falar de plantas e sementes, não muito tratadas nos livros deste género. Encontrei pela primeira vez em livro a Ecballium, conheci-a através deste blogue, que muito aprecio. A planta que se assemelha, em ponto pequeno, às que produzem melões, cabaças ou pepinos,"dá uns frutos verdes e ovais, cheios de uma polpa que se transforma, por amadurecimento, num gás; este acumula-se dentro do fruto cada vez sob maior pressão. Na devida altura basta um ligeiro choque, como o passar de um insecto ou um golpe de vento, para que o fruto se destaque e o gás libertado ejecte ruidosamente as sementes". Uma planta mais do que auto-suficiente no que cabe à disseminação, usando um método mais do que invulgar, daí o meu fascínio e surpresa ao encontrá-la num destes pequenos livros.
07 setembro 2010
Da miscelânea de coisas que trouxe da última feira de antiguidades e velharias, o que mais gostei foram estes dois livros. São da Verbo e já pertenceram a alguém chamado João, custaram uma pechincha e não me canso de lhes admirar as ilustrações de Hubert Meeze. A maior particularidade destes livros, é falar de plantas e sementes, não muito tratadas nos livros deste género. Encontrei pela primeira vez em livro a Ecballium, conheci-a através deste blogue, que muito aprecio. A planta que se assemelha, em ponto pequeno, às que produzem melões, cabaças ou pepinos,"dá uns frutos verdes e ovais, cheios de uma polpa que se transforma, por amadurecimento, num gás; este acumula-se dentro do fruto cada vez sob maior pressão. Na devida altura basta um ligeiro choque, como o passar de um insecto ou um golpe de vento, para que o fruto se destaque e o gás libertado ejecte ruidosamente as sementes". Uma planta mais do que auto-suficiente no que cabe à disseminação, usando um método mais do que invulgar, daí o meu fascínio e surpresa ao encontrá-la num destes pequenos livros.
06 setembro 2010
Dar conta do recado...
Não é uma toalha e não é uma saia, mas até poderia ser. Tanto trabalho pendente, uma encomenda em atraso, os bonecos à espera de pequenos detalhes,para estarem prontos, decisões a tomar, muitas escolhas a fazer, ideias que nem tenho tempo de desenvolver e o tempo que não estica. As aulas a começarem e a M a exigir atenção, a adolescência a chegar e ela a remar contra, sem conseguir, querer como ela diz, ser criança durante mais tempo... Também eu a queria criança mais tempo! Não é uma toalha, não é uma saia, são mantas, não sei quando estarão disponíveis na loja, espero que em breve. Assim como espero, em relação a tudo o que tem feito e virá a fazer parte da minha vida, conseguir dar conta do recado.
Receitas

Guardo, com muito carinho, alguns dos livros de receitas que eram da minha avó Maria Amélia. São livros escritos à mão, com recortes de revistas e jornais e alguns desenhos a ilustrar algumas decorações de bolos. Nestes últimos dias, tenho passado algumas horas a copiar receitas, tirar apontamentos e a decidir menus. Não tenho a bonita caligrafia da minha avó, mas faço questão de escrever tudo à mão. São fichas para usar no dia a dia, têm de ser práticas e onde se possam acrescentar notas, criei-as para me facilitarem no trabalho que me espera... Um fim de semana, 100% dedicado à culinária, com experiências novas na cozinha e muitas receitas para passar, ao som desta música.
Guardo, com muito carinho, alguns dos livros de receitas que eram da minha avó Maria Amélia. São livros escritos à mão, com recortes de revistas e jornais e alguns desenhos a ilustrar algumas decorações de bolos. Nestes últimos dias, tenho passado algumas horas a copiar receitas, tirar apontamentos e a decidir menus. Não tenho a bonita caligrafia da minha avó, mas faço questão de escrever tudo à mão. São fichas para usar no dia a dia, têm de ser práticas e onde se possam acrescentar notas, criei-as para me facilitarem no trabalho que me espera... Um fim de semana, 100% dedicado à culinária, com experiências novas na cozinha e muitas receitas para passar, ao som desta música.
04 setembro 2010
Comida caseira


De manhã fomos ao mercado, não trouxemos as flores, mas não resisti a trazer pelo menos uma fotografia delas, eram lindas... Tentei-me antes, por um vaso de malaguetas, a pensar nos pratos em que as vou usar. Ao almoço, um sumo de melancia que também veio do mercado e é cultivada aqui na zona e umas Bruschettas de tomate, queijo, tomilho e azeite. Para o lanche, pão caseiro, recheado com queijo de cabra. A pressa de o provar foi tanta que esteve a arrefecer à janela e a M ainda levou o lanche de pãezinhos, à avó e ao bizavô, eu fiquei a vê-la na janela, não fosse perder-se pelo caminho.
De manhã fomos ao mercado, não trouxemos as flores, mas não resisti a trazer pelo menos uma fotografia delas, eram lindas... Tentei-me antes, por um vaso de malaguetas, a pensar nos pratos em que as vou usar. Ao almoço, um sumo de melancia que também veio do mercado e é cultivada aqui na zona e umas Bruschettas de tomate, queijo, tomilho e azeite. Para o lanche, pão caseiro, recheado com queijo de cabra. A pressa de o provar foi tanta que esteve a arrefecer à janela e a M ainda levou o lanche de pãezinhos, à avó e ao bizavô, eu fiquei a vê-la na janela, não fosse perder-se pelo caminho.
03 setembro 2010
Fundação Calouste Gulbenkian

Da Gulbenkian só guardo boas recordações, tinha que lá levar a M. As primeiras obras são da artista Ana Vidigal, a outra é do Almada Negreiros e faz parte da colecção do museu. O que guardava de melhor, eram as memórias do jardim, também foi do que ela gostou mais. O melhor fim de tarde que poderiamos ter passado em Lisboa.
Da Gulbenkian só guardo boas recordações, tinha que lá levar a M. As primeiras obras são da artista Ana Vidigal, a outra é do Almada Negreiros e faz parte da colecção do museu. O que guardava de melhor, eram as memórias do jardim, também foi do que ela gostou mais. O melhor fim de tarde que poderiamos ter passado em Lisboa.
Pra quem mora lá, o céu é lá
02 setembro 2010
Era impensável passar por Lisboa e não levar a M a ver as obras públicas d' OSGEMEOS. Ficou entusiasmadíssima com a grandeza e colorido dos graffitis. Ainda fomos ao CCB, a exposição deles está até dia 19 de Setembro, vale a pena, principalmente para os mais miúdos. Veio de cabeça cheia, ideias e projectos, para quando chegasse a casa... Visitar museus e conhecer coisas diferentes faz-nos destas coisas, deixa-nos de cabeça cheia!
Na capital
Estivemos apenas dois dias em Lisboa, não deu para visitar nem metade do que tínhamos previsto, no roteiro que eu e a M preparámos, antes mesmo das férias. Havia exposições obrigatórias que estavam a terminar e nos obrigaram a trocar as voltas... Já combinámos voltar proximamente e fazer as visitas que faltaram.
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