Na casa romana funciona a Oficina | Museu de Tecelagem de Mértola. Um museu pequenino, mas onde se fazem arranjos de costura, ainda cabem dois teares a trabalhar e onde estão em exposição alguns exemplares de mantas e tapetes, entre outros trabalhos da região, podem adquirir-se chás e mais algumas especialidades locais.
Oficina - Museu da Tecelagem
25 agosto 2010
Na casa romana funciona a Oficina | Museu de Tecelagem de Mértola. Um museu pequenino, mas onde se fazem arranjos de costura, ainda cabem dois teares a trabalhar e onde estão em exposição alguns exemplares de mantas e tapetes, entre outros trabalhos da região, podem adquirir-se chás e mais algumas especialidades locais.
24 agosto 2010
Vendedores

Os vendedores ambulantes e o comércio tradicional, têm em comum o atendimento mais pessoal e a proximidade que por vezes se cria com quem nos vende, desde farturas no Sul, fruta no Algarve, queijos Alentejanos e farturas no Norte... Estas férias conhecemos Mértola e o Mercado Municipal, o único vendedor, na altura, aconselhou-nos as uvas mais doces que alguma vez comemos, palavras dele, talvez já tenha comido uvas mais doces, mas nunca as comprei a nenhum senhor tão simpático. O Mercado vai entrar em obras, não sei até que ponto vai ser restaurado, visto que vai sofrer aumentos, espero que não perca aquele ar tradicional e acolhedor.
Os vendedores ambulantes e o comércio tradicional, têm em comum o atendimento mais pessoal e a proximidade que por vezes se cria com quem nos vende, desde farturas no Sul, fruta no Algarve, queijos Alentejanos e farturas no Norte... Estas férias conhecemos Mértola e o Mercado Municipal, o único vendedor, na altura, aconselhou-nos as uvas mais doces que alguma vez comemos, palavras dele, talvez já tenha comido uvas mais doces, mas nunca as comprei a nenhum senhor tão simpático. O Mercado vai entrar em obras, não sei até que ponto vai ser restaurado, visto que vai sofrer aumentos, espero que não perca aquele ar tradicional e acolhedor.
Algumas plantas abandonadas

Algumas das plantas que colhi, numa quinta abandonada do Algarve, e das quais ainda desconheço o nome. Agora que regressei a casa e começo a pôr tudo em ordem, espero ter tempo para investigar nalguns livros e descobrir que plantas são, já que duas delas, nunca as tinha visto e deixaram-me curiosa.
Algumas das plantas que colhi, numa quinta abandonada do Algarve, e das quais ainda desconheço o nome. Agora que regressei a casa e começo a pôr tudo em ordem, espero ter tempo para investigar nalguns livros e descobrir que plantas são, já que duas delas, nunca as tinha visto e deixaram-me curiosa.
19 agosto 2010
Cova Redonda

Os raríssimos momentos em que não está na água, passa-os comigo a dar passeios pelo areal, à procura de conchas, pedras, algas... Este verão descobriu o fundo do mar, acha-o um pouco assustador, mas atraente, tenta apanhar peixes sem nenhum resultado até agora. Por estar sempre dentro de água, brincamos com ela dizendo-lhe que, qualquer dia se transforma numa sereia, responde com ar sonhador, Quem me dera...
Os raríssimos momentos em que não está na água, passa-os comigo a dar passeios pelo areal, à procura de conchas, pedras, algas... Este verão descobriu o fundo do mar, acha-o um pouco assustador, mas atraente, tenta apanhar peixes sem nenhum resultado até agora. Por estar sempre dentro de água, brincamos com ela dizendo-lhe que, qualquer dia se transforma numa sereia, responde com ar sonhador, Quem me dera...
17 agosto 2010
Refeições com gaivotas e outros bichos

As refeições sob vigilância cerrada das gaivotas, já surtiu o seu fruto, pelo menos para elas, neste caso não foi verdadeiramente fruta, mas uma fatia de paté que ía ser parte do nosso jantar.
Quando se deu por ela já era tarde, estava ainda em cima da mesa, mas o prato esse, já estava vazio.
Outra das visitas, desta vez ao almoço, foi esta Osga moura que, apesar do seu ar simpático e tamanho reduzido, ainda mais, porque perdeu a cauda, foi motivo de grande reboliço.
As refeições sob vigilância cerrada das gaivotas, já surtiu o seu fruto, pelo menos para elas, neste caso não foi verdadeiramente fruta, mas uma fatia de paté que ía ser parte do nosso jantar.
Quando se deu por ela já era tarde, estava ainda em cima da mesa, mas o prato esse, já estava vazio.
Outra das visitas, desta vez ao almoço, foi esta Osga moura que, apesar do seu ar simpático e tamanho reduzido, ainda mais, porque perdeu a cauda, foi motivo de grande reboliço.
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